A pós-bondade do outro como inexistente A pós-bondade não é um apelo à um bem ulterior que se formará sobre a natureza humana. Ferir a alguém que anteriormente se amou, significa que se deu uma pós-bondade e que tudo anteriormente foi anulado como que suspensivo à um ato concebido como bom para o sujeito que o pratica difere em qualidade para quem o recebe. A este, não considerado como um mal ou maligno, como se possa dizer. Não interessa o porquê, o fenômeno pós-bondade é como um ato técnico, algo stricto e validado suportado por uma tecnocracia jurídica e também é uma conformidade à uma realidade fragmentada em que o sujeito autossuficiente e auto-centrado não concebe qualquer validade moral e/ou cultural e inflige sobre qualquer outro que anteponha-se à seu direito restrito sob forma legal. O processo de tecnificação ou o tecnicismo atuante apresenta-se por vários meios, por exemplo, o direito de personalidade, de privacidade, de valores humanos, honra, a pessoalidade d...
Descobriram que a tradição trás à força, e com muita luta as ações do passado. É um problema, necessita sempre de engajamento, tornar o que quer que seja em um tipo de identidade, uma espécie de valor de coisa moral. Quando falta lideres a figuração desanda, e outros tais com as mesmas intenções de trator, puxador do que foi e “deve” permanecer aparece. Montam no mesmo arcabouço a mesma intencionalidade, mostram outra cara, uniforme lustroso, jogam ironias e se dizem “melhores” carregadores das sombras de um passado que nunca tiveram. A tradição quer cooptar, convencer, persuadir até o fim, e espera vencer para a continuada. De repente morre, fica atordoada, dorme no serviço. A tradição, para se mover necessita ser fustigada, mexida, encarada e, ainda e ao mesmo tempo esbravejar , gritar, mostrar as armas, o escudo, a bandeira, a formação, o uniforme e todos os badulaques. E é assim que de repente e necessariamente, dela insurge outra cara. Uma nova máscara que dentro dela a modi...