E, contudo, influencia aos demais. Participa, está atento porque é um vencedor, disponível a promover o grupo, a construir os necessários esforços para uma boa apresentação. Não duvide, esse jogador atua, mesmo nos bastidores para que haja valor, honra e determinação. Pense, não falaríamos mal de nossos heróis, dos expostos e acusados pela indignidade das maledicências se eles não fossem o motivo instrumental e utilitarista de nossas vidas, porque os queremos sem os amar, e amamos sabendo quem eles são. O fracasso deles reflete a nossa glória. Não é apenas no campo da luta que surgem os vencedores. Acredite, a expectativa de que sejam santos, façam o sacrifício, sejam muito, condicionados à cultura das boas aparências, que jamais errem, nunca caiam, modelados na cultura da liquefação moral, gentis, gratos, humildes, e subservientes à massa. Um desejo cruel. Humilhados se tornem fracos e inaptos, e infelizes para o dedo e riso geral. Ess...
A pós-bondade do outro como inexistente A pós-bondade não é um apelo à um bem ulterior que se formará sobre a natureza humana. Ferir a alguém que anteriormente se amou, significa que se deu uma pós-bondade e que tudo anteriormente foi anulado como que suspensivo à um ato concebido como bom para o sujeito que o pratica difere em qualidade para quem o recebe. A este, não considerado como um mal ou maligno, como se possa dizer. Não interessa o porquê, o fenômeno pós-bondade é como um ato técnico, algo stricto e validado suportado por uma tecnocracia jurídica e também é uma conformidade à uma realidade fragmentada em que o sujeito autossuficiente e auto-centrado não concebe qualquer validade moral e/ou cultural e inflige sobre qualquer outro que anteponha-se à seu direito restrito sob forma legal. O processo de tecnificação ou o tecnicismo atuante apresenta-se por vários meios, por exemplo, o direito de personalidade, de privacidade, de valores humanos, honra, a pessoalidade d...